O relator do PL Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), recuou e retirou trechos que limitavam a atuação da Polícia Federal em operações conjuntas. A mudança ocorreu após críticas do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que afirmou que o texto poderia prejudicar investigações e criar insegurança jurídica.
Em entrevista ao SBT, Rodrigues citou que, se o projeto estivesse em vigor, casos como o da vereadora Marielle Franco poderiam ter sido inviabilizados.
As versões anteriores do parecer exigiam autorização ou comunicação prévia aos governos estaduais para ações da PF, o que gerou reação negativa dentro da corporação e no Ministério da Justiça. Com o novo texto, as competências da PF, do Ministério Público e das polícias estaduais foram mantidas. O projeto está em regime de urgência e deve ser votado nesta quarta-feira (12).
Fonte: SBTNews.
