Mato Grosso do Sul caminha para uma eleição em que o principal campo de batalha deve ser o Senado. Em outubro, duas vagas estarão em disputa e o número de pré-candidatos de peso já supera, em atenção, até mesmo a sucessão ao Governo do Estado.
Entre os nomes mais fortes estão o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), o senador Nelsinho Trad (PSD), a senadora Soraya Thronicke (Podemos) e a ministra Simone Tebet (MDB). Outros nomes também se movimentam nos bastidores, como Capitão Contar (PL), Vander Loubet (PT), Gerson Claro (PP), Gianni Nogueira (PL) e Jaime Verruck (PSD).
Para apenas duas cadeiras, o cenário é de congestionamento político. Nos bastidores, a avaliação é de que nem todos chegarão às urnas, mas a simples pré-candidatura já pressiona partidos, amplia disputas internas e força decisões estratégicas.
Grande parte dos nomes pertence ao mesmo campo político ligado ao atual grupo que governa o Estado, o que deve transformar a eleição em uma disputa interna por um mesmo eleitorado, mais do que um embate ideológico clássico.
O posicionamento do governador Eduardo Riedel (PP) é visto como decisivo. Seu apoio pode consolidar candidaturas e definir alianças. Enquanto isso, o PL surge com força entre eleitores de direita, especialmente com a possível dobradinha Reinaldo Azambuja e Capitão Contar.
A corrida pelas duas vagas ao Senado em MS promete ser uma das mais acirradas e estratégicas do país em 2026.
